- Serviços de terceirosR$ 58 mil41,6%
- Materiais impressosR$ 38 mil27,1%
- Militância e mobilização de ruaR$ 18 mil12,8%
- Publicidade por adesivosR$ 7 mil5,1%
- Outras 9 categoriasR$ 19 mil13,5%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, André Garcia (André de Albuquerque Garcia) disputou 1 eleição, em 2018, para deputado estadual por ES, com 18.586 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado estadual por ES, declarou R$ 168 mil em receitas: R$ 73 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas (10 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 62 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 140 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 58 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 38 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 18 mil).
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André Garcia declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Espírito Santo em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 168 mil em receitas: R$ 73 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas (10 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 62 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 140 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 58 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 38 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.