Prof. Nilo Rosa

Foto de Nilo Rosa dos Santos
Prof. Nilo Rosa
Nilo Rosa dos Santos (nome civil)
4 eleições entre 2010 e 2026 · último partido PSOL
74 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual
Candidato a 1º Suplente · Bahia · Eleições 2026 · PSOL · nº 500
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Prof. Nilo Rosa (Nilo Rosa dos Santos) disputou 3 eleições entre 2010 e 2022, para deputado estadual e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por BA: 1.362 votos. Em 2026, foi candidato a 1º suplente por BA pelo PSOL. Na campanha de 2022 para deputado estadual por BA, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 16 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 13 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 141). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2018 (70% com publicidade por jornais e revistas) e R$ 20 mil em 2010.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

403 votos em 2022 · 4 eleições

A votação de Nilo Rosa dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalDep. EstadualSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 19 mil em receitas · R$ 18 mil em gastos

Prof. Nilo Rosa declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Bahia em 2010, e deputado estadual por Bahia em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 16 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 13 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Em 2018, 70% dos R$ 4 mil em gastos foram com publicidade por jornais e revistas; em 2010, R$ 20 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 19 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 18 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 4 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32010, 2018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 86% · pessoas 10% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 18 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 13 mil70,2%
  • Materiais impressosR$ 5 mil29,0%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1410,8%
2018Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 17% · pessoas 24% · próprios 59%
Gasto contratado
R$ 4 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil69,7%
  • Materiais impressosR$ 1 mil28,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 671,9%
2010Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 12% · empresas 4% · próprios 75%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil33,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7 mil33,6%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil18,1%
  • AlimentaçãoR$ 3741,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil12,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892