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Cabo Daciolo (MOBILIZA) teve 36.176 votos para governador do Amazonas em 2026 e não foi eleito, segundo os dados do TSE. Cabo Daciolo (Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos) disputou 6 eleições entre 2006 e 2026, para governador, senador, presidente, deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 2014. A maior votação foi em 2018, para presidente: 1.348.323 votos. No Senado Federal, teve R$ 42,7 milhões empenhados em 66 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 116 municípios; 89% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para governador por AM, declarou R$ 10 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 744 mil em 2022 e R$ 10 mil em 2018.
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Dados do TSE atualizados em 24 de outubro de 2026. Emendas, redes e mandato vêm das fontes abertas citadas em cada parte.
Em um PDF e uma planilha, por e-mail: a votação em todas as eleições, até o bairro e a escola onde o TSE publica, as contas de campanha, os bens declarados e as emendas.
A votação de Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 96,52% da votação desta candidatura (36.176 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Cabo Daciolo declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2008, deputado federal por Rio de Janeiro em 2014, presidente em 2018, senador por Rio de Janeiro em 2022, e governador por Amazonas em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 10 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Em 2022, R$ 744 mil em gastos; em 2018, 59% dos R$ 10 mil em gastos foram com cessão ou locação de veículos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Declarou ao TSE bens que somam R$ 190.750,00 ao se candidatar a governador (AM) em 2026.
Valores informados pela própria pessoa ao TSE, sem correção pela inflação e sem descontar dívidas. Dados do TSE, arquivo de 2026 gerado em 23/10/2026.
No Senado Federal, Cabo Daciolo teve R$ 42,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 66 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 116 municípios. Já foram pagos R$ 38,1 milhões (89%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (55%). As cidades que mais receberam foram Rio de Janeiro, São Paulo e Itajaí.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 10,5 milhões | R$ 9,3 milhões | 89% | 21 | 70 |
| 2018 | R$ 12,4 milhões | R$ 10,8 milhões | 87% | 16 | 23 |
| 2017 | R$ 11,4 milhões | R$ 11,1 milhões | 97% | 14 | 46 |
| 2016 | R$ 7,3 milhões | R$ 5,6 milhões | 78% | 14 | 42 |
| Total | R$ 41,5 milhões | R$ 36,9 milhões | 89% | 65 | 116 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 23/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Não. Cabo Daciolo (MOBILIZA) teve 36.176 votos para governador do Amazonas em 2026 e não foi eleito, segundo os dados do TSE.
Na eleição de 2026 para governador do Amazonas, Cabo Daciolo (MOBILIZA) teve 36.176 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Sim. Cabo Daciolo foi eleito 1 vez: deputado federal em 2014. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2026 para governador por AM, Cabo Daciolo declarou R$ 10 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026.
Cabo Daciolo declarou ao TSE gastos de R$ 744 mil na campanha de 2022 a senador por RJ (tudo pago), R$ 10 mil na campanha de 2018 a presidente (tudo pago), R$ 39 mil na campanha de 2014 a deputado federal por RJ (gasto contratado declarado), R$ 720 na campanha de 2008 a vereador em Rio de Janeiro/RJ (gasto contratado declarado) e R$ 1 mil na campanha de 2006 a deputado estadual por RJ (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
No Senado Federal, Cabo Daciolo teve R$ 42,7 milhões empenhados em 66 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 116 municípios; 89% já foram pagos até a coleta de out/2026, contando os restos a pagar. Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto.
Cabo Daciolo declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2008, deputado federal por Rio de Janeiro em 2014, presidente em 2018, senador por Rio de Janeiro em 2022, e governador por Amazonas em 2026.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Cabo Daciolo foi em 2018, para presidente: 1.348.323 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Cabo Daciolo disputou 6 eleições, de 2006 a 2026: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006; vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2008; deputado federal por Rio de Janeiro em 2014; presidente em 2018; senador por Rio de Janeiro em 2022; governador por Amazonas em 2026. Foi eleito 1 vez. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Cabo Daciolo concorreu pelo PRTB em 2006, pelo PRB em 2008, pelo PSOL em 2014, pelo PATRIOTA em 2018, pelo PDT em 2022 e pelo MOBILIZA em 2026. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, em 2026 a maior votação de Cabo Daciolo para governador foi em Manaus (AM): 32.393 votos, 2,87% dos votos válidos da cidade.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto