- PessoalR$ 281 mil55,0%
- Eventos de promoção da candidaturaR$ 60 mil11,7%
- Materiais impressosR$ 32 mil6,3%
- Serviços contábeisR$ 25 mil4,9%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 31 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 113 mil22,0%

Segundo o Radar do Voto, Katia da Saúde (PSD) ficou como suplente de deputada federal pela Bahia em 2026, com 3.249 votos, pelo resultado oficial do TSE. Katia da Saúde (Katia Cristina Alves de Souza) disputou 8 eleições entre 1996 e 2026, para deputada federal, vice-prefeita, deputada estadual e vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vice-prefeita de Jacobina em 2020. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por BA: 6.700 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por BA, declarou R$ 500 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 511 mil, principalmente com pessoal (R$ 281 mil), eventos de promoção da candidatura (R$ 60 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 50 mil em 2022 (57% com pessoal) e R$ 23 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Katia Cristina Alves de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Katia da Saúde declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada estadual por Bahia em 2018 e 2022, e deputada federal por Bahia em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 500 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 511 mil, principalmente com pessoal (R$ 281 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 60 mil); R$ 422 mil já foram pagos. Em 2022, 57% dos R$ 50 mil em gastos foram com pessoal; em 2018, 73% dos R$ 23 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.