Larissa Oliveira (Larissa Santos Oliveira) disputou 1 eleição, em 2018, para deputada estadual por BA, com 38.799 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputada estadual por BA, declarou R$ 972 mil em receitas: R$ 640 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 95 mil de outras campanhas, R$ 187 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 946 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 499 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 149 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 60 mil).
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 972 mil em receitas · R$ 946 mil em gastos
Larissa Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Bahia em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 972 mil em receitas: R$ 640 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 95 mil de outras campanhas, R$ 187 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 946 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 499 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 149 mil).
Receitas em 2018R$ 972 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 946 milcampanha encerrada; tudo pago
FEFC 66% · partido e outras campanhas 10% · pessoas 19% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 946 mil
tudo pago (100%)
Serviços de terceirosR$ 499 mil52,7%
Materiais impressosR$ 149 mil15,7%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 60 mil6,3%
Cessão ou locação de veículosR$ 53 mil5,6%
Outras 14 categoriasinclui R$ 130 doados a outros candidatos e partidosR$ 185 mil19,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.