Rogerinho Pinheiro (Rogerio Pinheiro) disputou 7 eleições entre 2004 e 2022, para deputado federal, deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Vitória em 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por ES: 16.300 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por ES, declarou R$ 204 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 200 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 102 mil), militância e mobilização de rua (R$ 38 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 11 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 85 mil em 2018 (65% com publicidade por materiais impressos) e R$ 45 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
1.236 votos em 2022 · 7 eleições
A votação de Rogerio Pinheiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 204 mil em receitas · R$ 200 mil em gastos
Rogerinho Pinheiro declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Vitória (ES) em 2008, 2012 e 2016, deputado federal por Espírito Santo em 2014 e 2022, e deputado estadual por Espírito Santo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 204 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 200 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 102 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 38 mil). Em 2018, 65% dos R$ 85 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 45 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 204 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 200 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 85 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil16,9%
Outras 2 categoriasinclui R$ 12 lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil35,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.