- Serviços de terceirosR$ 561 mil40,4%
- Publicidade por adesivosR$ 402 mil29,0%
- Militância e mobilização de ruaR$ 159 mil11,4%
- Materiais impressosR$ 148 mil10,7%
- Outras 7 categoriasR$ 118 mil8,5%
Segundo o Radar do Voto, Silvia da Pesca (PODE) ficou como suplente de deputada federal pela Paraíba em 2026, com 9.674 votos, pelo resultado oficial do TSE. Silvia da Pesca (Maria Silva da Cunha) disputou 3 eleições entre 2018 e 2026, para deputada federal e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputada federal por PB: 17.753 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por PB, declarou R$ 1,8 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 561 mil), publicidade por adesivos (R$ 402 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 159 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,1 milhão em 2022 (43% com serviços de terceiros) e R$ 415 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maria Silva da Cunha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Silvia da Pesca declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada estadual por Paraíba em 2018, e deputada federal por Paraíba em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,8 milhão em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 561 mil) e publicidade por adesivos (R$ 402 mil); R$ 1,2 milhão já foram pagos. Em 2022, 43% dos R$ 1,1 milhão em gastos foram com serviços de terceiros; em 2018, 65% dos R$ 415 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.