- Serviços advocatíciosR$ 50062,5%
- Serviços contábeisR$ 30037,5%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gato Felix (Felix Lima e Silva) disputou 3 eleições entre 2018 e 2022, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por MA: 254 votos, anulados segundo os dados do TSE. Em 2026, foi candidato a vice-governador por MA pelo PCB. Na campanha de 2020 para vereador em Imperatriz/MA, declarou R$ 4 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil) e serviços contábeis (R$ 750). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 5 mil, 59% com cessão ou locação de veículos.
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A votação de Felix Lima e Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Gato Felix declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Maranhão em 2018 e 2026, e vereador em Imperatriz (MA) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 4 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil). Em 2018, 59% dos R$ 5 mil em gastos foram com cessão ou locação de veículos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.