Josivaldo Jesus

Foto de Josivaldo de Jesus Gonçalves
Josivaldo Jesus
Josivaldo de Jesus Gonçalves (nome civil)
3 eleições entre 2000 e 2018 · PC do B
47 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Agente de Saúde e Sanitarista

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Josivaldo Jesus (Josivaldo de Jesus Gonçalves) disputou 3 eleições entre 2000 e 2018, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por BA: 7.754 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por BA, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 21 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 9 mil), publicidade por carros de som (R$ 5 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 12 mil, 71% com publicidade por carros de som.

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Evolução da votação nas eleições

4.105 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Josivaldo de Jesus Gonçalves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 26 mil em receitas · R$ 20 mil em gastos

Josivaldo Jesus declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2010 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 21 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 9 mil) e publicidade por carros de som (R$ 5 mil). Em 2010, 71% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com publicidade por carros de som.

Receitas em 2018R$ 26 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 20 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 12 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
sem doações de pessoas
FEFC 80% · partido e outras campanhas 20%
Gasto contratado
R$ 20 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil43,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 5 mil25,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil18,0%
  • Materiais impressosR$ 2 mil12,0%
  • Outras 2 categoriasR$ 3131,6%
2010Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 72% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 8 mil70,6%
  • Materiais impressosR$ 2 mil20,0%
  • AlimentaçãoR$ 2882,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 8146,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892