Pão Dividido

Foto de Regivaldo Marques Figueredo
Pão Dividido
Regivaldo Marques Figueredo (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2022 · último partido PODE
48 anos em 2022 · Masculino · Ensino médio incompleto
Cabeleireiro e Barbeiro
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pão Dividido (Regivaldo Marques Figueredo) disputou 5 eleições entre 2000 e 2022, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por BA: 2.949 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por BA, declarou R$ 65 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 30 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 16). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 7 mil em 2020 (57% com publicidade por adesivos) e R$ 7 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

516 votos em 2022 · 5 eleições

A votação de Regivaldo Marques Figueredo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 65 mil em receitas · R$ 30 mil em gastos

Pão Dividido declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em São Francisco do Conde (BA) em 2016 e 2020, deputado estadual por Bahia em 2018, e deputado federal por Bahia em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 65 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 30 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 16). Em 2020, 57% dos R$ 7 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2018, R$ 7 mil em gastos.

Receitas em 2022R$ 65 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 30 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 7 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42016, 2018, 2020 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 65 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 30 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 30 mil99,9%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 16menos de 0,1%
2020Vereador, São Francisco do Conde (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
doações de pessoas
FEFC 22% · partido 2% · pessoas menos de 1% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 7 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 4 mil56,9%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil22,0%
  • Materiais impressosR$ 1 mil20,5%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 420,6%
2018Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
FEFC 93% · pessoas 7%
Gasto contratado
R$ 7 mil
tudo pago (100%)
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil18,3%
  • Materiais impressosR$ 1 mil17,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil16,8%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil15,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil32,5%
Ver a campanha anterior
2016Vereador, São Francisco do Conde (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil82,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 50013,9%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1002,8%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 150,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892