Alvaro Gomes

Foto de José Alvaro Fonsêca Gomes
Alvaro Gomes
José Alvaro Fonsêca Gomes (nome civil)
7 eleições entre 1994 e 2018 · último partido PC do B
60 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Bancário e Economiário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Alvaro Gomes (José Alvaro Fonsêca Gomes) disputou 7 eleições entre 1994 e 2018, para deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2010, 2006 e 2002. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por BA: 45.762 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por BA, declarou R$ 119 mil em receitas: R$ 37 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 44 mil de doações privadas (70 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 32 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 82 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil), pessoal (R$ 16 mil) e serviços de terceiros (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 263 mil em 2014 e R$ 176 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

4.996 votos em 2018 · 7 eleições

A votação de José Alvaro Fonsêca Gomes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 119 mil em receitas · R$ 82 mil em gastos

Alvaro Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006, 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 119 mil em receitas: R$ 37 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 44 mil de doações privadas (70 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 32 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 82 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil) e pessoal (R$ 16 mil). Em 2014, R$ 263 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 176 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 119 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 82 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 263 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2018Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 119 mil
70 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 31% · partido e outras campanhas 5% · pessoas 37% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 82 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 31 mil38,2%
  • PessoalR$ 16 mil19,4%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil9,8%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 8 mil9,2%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 19 mil23,4%
2014Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 263 mil
44 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 44% · pessoas 23% · empresas menos de 1% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 263 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 79 mil30,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 53 mil20,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 32 mil12,1%
  • Serviços de terceirosR$ 23 mil8,6%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 80 lançados como "diversas a especificar"R$ 76 mil29,0%
2010Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 177 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 28% · pessoas 17% · empresas menos de 1% · próprios 45% · outras 11%
Gasto contratado
R$ 176 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 52 mil29,3%
  • Materiais impressosR$ 27 mil15,4%
  • Locação de imóveisR$ 27 mil15,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 22 mil12,3%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 49 mil27,7%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 155 mil
23 doadores pessoas físicas
partido 13% · pessoas 34% · próprios 39% · outras 14%
Gasto contratado
R$ 154 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 36 mil23,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 31 mil20,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 21 mil13,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 15 mil9,9%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 52 mil33,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2002, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892