Pastor Helder

Foto de Helder Luis Almeida de Sousa
Pastor Helder
Helder Luis Almeida de Sousa (nome civil)
1 eleição em 2018 · PSC
61 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Professor de Ensino Médio

Pastor Helder (Helder Luis Almeida de Sousa) disputou 1 eleição, em 2018, para deputado estadual por BA, com 629 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado estadual por BA, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário e R$ 556 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil).

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Financiamento das campanhas

2018: R$ 5 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos

Pastor Helder declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Bahia em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário e R$ 556 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil).

Receitas em 2018R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas12018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2018Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 89% · partido e outras campanhas 11%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

1 candidatura

Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892