Poliana Barros (Poliana Barros Monteiro Paulo) disputou 1 eleição, em 2018, para deputada estadual por PI, com 623 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputada estadual por PI, declarou R$ 280 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 280 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 83 mil), serviços de terceiros (R$ 61 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 40 mil).
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 280 mil em receitas · R$ 280 mil em gastos
Poliana Barros declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Piauí em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 280 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 280 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 83 mil) e serviços de terceiros (R$ 61 mil).
Receitas em 2018R$ 280 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 280 milcampanha encerrada; tudo pago
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 83 mil29,7%
Serviços de terceirosR$ 61 mil21,8%
Cessão ou locação de veículosR$ 40 mil14,3%
Militância e mobilização de ruaR$ 29 mil10,4%
Outras 8 categoriasinclui R$ 17 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 67 mil23,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2018623não eleitoGPI · 38 anos · Branca · Superior completo · Gerente · PSC · nº 20123 · ver resultado completoprestação de contas
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.