Genival Oliveira

Foto de Genival Oliveira Lima
Genival Oliveira
Genival Oliveira Lima (nome civil)
2 eleições entre 2018 e 2020 · PSC
63 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Jornalista e Redator
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Genival Oliveira (Genival Oliveira Lima) disputou 2 eleições entre 2018 e 2020, para vereador e senador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para senador por PI: 16.329 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Teresina/PI, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 48 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 17 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 14 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 2 mil, 84% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

72 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Genival Oliveira Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

SenadorVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 50 mil em receitas · R$ 50 mil em gastos

Genival Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: senador por Piauí em 2018, e vereador em Teresina (PI) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 48 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 50 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 17 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 14 mil). Em 2018, 84% dos R$ 2 mil em gastos foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 50 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 50 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Teresina (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
doações de pessoas
FEFC 96% · pessoas 2% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 50 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 17 mil33,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 14 mil28,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil10,0%
  • Serviços advocatíciosR$ 5 mil10,0%
  • Outras 6 categoriasR$ 9 mil18,2%
2018Senador, PiauíVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 29% · próprios 71%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil83,6%
  • AlimentaçãoR$ 39316,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1menos de 0,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892