
Segundo o Radar do Voto, Edilson Rocha (PV) ficou como suplente de deputado estadual pela Bahia em 2026, com 186 votos, pelo resultado oficial do TSE. Edilson Rocha (Edilson dos Santos Rocha) disputou 4 eleições entre 2018 e 2026, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por BA: 487 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Salvador/BA, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 16 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com pessoal (R$ 6 mil), serviços de terceiros (R$ 4 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 36). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 70 mil em 2022 e R$ 10 mil em 2018.
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A votação de Edilson dos Santos Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Edilson Rocha declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2018 e 2022, e vereador em Salvador (BA) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 16 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com pessoal (R$ 6 mil) e serviços de terceiros (R$ 4 mil). Em 2022, R$ 70 mil em gastos; em 2018, 70% dos R$ 10 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.