Escurinho

Foto de Jonas Epifânio dos Santos Neto
Escurinho
Jonas Epifânio dos Santos Neto (nome civil)
2 eleições entre 2018 e 2020 · PSOL
58 anos em 2020 · Masculino · Superior incompleto
Músico
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Escurinho (Jonas Epifânio dos Santos Neto) disputou 2 eleições entre 2018 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por PB: 3.228 votos. Na campanha de 2020 para vereador em João Pessoa/PB, declarou R$ 14 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 8 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 640, 92% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1.466 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Jonas Epifânio dos Santos Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 14 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos

Escurinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Paraíba em 2018, e vereador em João Pessoa (PB) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 14 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 8 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 5 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Em 2018, 92% dos R$ 640 em gastos foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 14 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 640campanha encerrada; tudo pago
Campanhas22018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Vereador, João Pessoa (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
sem doações de pessoas
FEFC 47% · Fundo Partidário 53%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil50,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil18,9%
  • Materiais impressosR$ 1 mil14,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil11,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 4634,6%
2018Deputado estadual, ParaíbaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 87% · pessoas 13%
Gasto contratado
R$ 640
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 58791,7%
  • Taxa de administração de financiamento coletivoR$ 507,8%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 30,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892