Rodrigo Barros

Foto de Rodrigo Rige da Silva Barros
Rodrigo Barros
Rodrigo Rige da Silva Barros (nome civil)
2 eleições entre 2018 e 2020 · PSOL
33 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Municipal

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rodrigo Barros (Rodrigo Rige da Silva Barros) disputou 2 eleições entre 2018 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por CE: 1.085 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Fortaleza/CE, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 38 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 854 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 8 mil), militância e mobilização de rua (R$ 6 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 6 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 11 mil.

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Evolução da votação nas eleições

134 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Rodrigo Rige da Silva Barros em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 39 mil em receitas · R$ 30 mil em gastos

Rodrigo Barros declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Ceará em 2018, e vereador em Fortaleza (CE) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 38 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 854 de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 8 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 6 mil). Em 2018, R$ 11 mil em gastos.

Receitas em 2020R$ 39 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 30 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 11 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Vereador, Fortaleza (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 39 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 98% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 30 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil26,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 6 mil20,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil19,2%
  • Materiais impressosR$ 5 mil18,2%
  • Outras 6 categoriasR$ 5 mil15,4%
2018Deputado estadual, CearáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
3 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 75% · pessoas 25%
Gasto contratado
R$ 11 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 4 mil32,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil26,4%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil14,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil9,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil17,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892