Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Roberto Anacé (Roberto Antonio Marques da Silva) disputou 1 eleição, em 2018, para deputado estadual por CE, com 392 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado estadual por CE, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 858) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 14).
2 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Financiamento das campanhas
2018: R$ 9 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos
Roberto Anacé declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Ceará em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 858).
Receitas em 2018R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 8 milcampanha encerrada; tudo pago
Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 140,2%
Outras 2 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 500 doados a outros candidatos e partidosR$ 3 mil31,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2018SUPLENTE392GCE · 42 anos · Indígena · Superior incompleto · Vigilante · PSOL · nº 50300 · ver resultado completoprestação de contas
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.