Adriano Dias (Adriano Dias de Mello) disputou 3 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Nova Iguaçu/RJ: 1.249 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Nova Iguaçu/RJ, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil), militância e mobilização de rua (R$ 5 mil) e baixa de estimaveis - criação e inclusão de páginas na internet (R$ 2 mil).
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Evolução da votação nas eleições
1.249 votos em 2016 · 3 eleições
A votação de Adriano Dias de Mello em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 18 mil em receitas · R$ 18 mil em gastos contratados
Adriano Dias declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Nova Iguaçu (RJ) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 18 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 5 mil).
Fundo Partidário 28% · partido e outras campanhas 9% · pessoas 30% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 9 mil47,6%
Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil28,2%
Serviços de terceirosR$ 2001,1%
Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 2001,1%
Outras 6 categoriasinclui R$ 800 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil22,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2016NÃO ELEITO1.249LNova Iguaçu, Rio de Janeiro · 46 anos · Branca · Superior incompleto · Jornalista e Redator · REDE · nº 18 · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE429LNova Iguaçu, Rio de Janeiro · 30 anos · Superior incompleto · PT · nº 13600 · ver resultado completo
Coligação: PT / PCB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.