Dra. Marluce Mercês (Marluce Mercês de Souza) disputou 5 eleições entre 2000 e 2018, para deputada estadual, prefeita, vice-prefeita e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Palmares/PE: 1.685 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por PE, declarou R$ 50 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 34 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 11 mil), locação de imóveis (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 82% com serviços de terceiros.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
696 votos em 2018 · 5 eleições
A votação de Marluce Mercês de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2018: R$ 50 mil em receitas · R$ 34 mil em gastos
Dra. Marluce Mercês declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Palmares (PE) em 2016, e deputada estadual por Pernambuco em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 50 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 34 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 11 mil) e locação de imóveis (R$ 5 mil). Em 2016, 82% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Receitas em 2018R$ 50 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 34 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE114LIpojuca, Pernambuco · 49 anos · Superior completo · Advogado · PFL · nº 25222 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PFL / PTB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.