Marcos Leandro Gomes Vieira

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Marcos Leandro Gomes Vieira
2 eleições entre 2016 e 2018 · último partido MDB
41 anos em 2018 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Empresário
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Marcos Leandro (Marcos Leandro Gomes Vieira) disputou 2 eleições entre 2016 e 2018, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por SP: 159 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por SP, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com pessoal (R$ 9 mil), publicidade por adesivos (R$ 780) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 9). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 50% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

159 votos em 2018 · 2 eleições

A votação de Marcos Leandro Gomes Vieira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 16 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos

Marcos Leandro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Diadema (SP) em 2016, e deputado estadual por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com pessoal (R$ 9 mil) e publicidade por adesivos (R$ 780). Em 2016, 50% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2018R$ 16 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
sem doações de pessoas
FEFC 63% · partido e outras campanhas 37%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 9 mil92,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 7897,9%
2016Vereador, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 20% · partido e outras campanhas 50% · pessoas 29%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 50849,9%
  • Materiais impressosR$ 29929,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 21120,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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