Sidnei Varanis

Foto de Sidnei Varanis de Souza
Sidnei Varanis
Sidnei Varanis de Souza (nome civil)
4 eleições entre 2008 e 2020 · último partido PSL
51 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sidnei Varanis (Sidnei Varanis de Souza) disputou 4 eleições entre 2008 e 2020, para vice-prefeito, deputado estadual, prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por MT: 535 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MT, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 19 do Fundo Partidário, R$ 889 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (21 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil), eventos de promoção da candidatura (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil.

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Evolução da votação nas eleições

535 votos em 2018 · 4 eleições

A votação de Sidnei Varanis de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 9 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos

Sidnei Varanis declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Chapada dos Guimarães (MT) em 2016, e deputado estadual por Mato Grosso em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 19 do Fundo Partidário, R$ 889 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (21 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 2 mil). Em 2016, R$ 7 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 7 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
21 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 10% · pessoas 59% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 7 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil26,2%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 2 mil23,7%
  • Materiais impressosR$ 2 mil23,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 85312,8%
  • Outras 6 categoriasR$ 93114,0%
2016Prefeito, Chapada dos Guimarães (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
7 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 7% · partido 7% · pessoas 65% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 3 mil37,7%
  • Materiais impressosR$ 3 mil33,8%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 2 mil20,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 5006,7%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 16 doados a outros candidatos e partidosR$ 1171,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892