Dr. Mario Luiz

Foto de Mario Luiz de Marco
Dr. Mario Luiz
Mario Luiz de Marco (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido REDE
63 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Mario Luiz (Mário Luiz de Marco) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Araçariguama/SP: 468 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Araçariguama/SP, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), publicidade por adesivos (R$ 891) e cessão ou locação de veículos (R$ 600). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil.

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Evolução da votação nas eleições

468 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Mario Luiz de Marco em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 8 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos contratados

Dr. Mario Luiz declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Araçariguama (SP) em 2008, e prefeito em Araçariguama (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e publicidade por adesivos (R$ 891). Em 2008, R$ 2 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 8 milcontratados
Gastos em 2008R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Araçariguama (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
pessoas 14% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil46,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 89110,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6007,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 6007,2%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil28,3%
2008Vereador, Araçariguama (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 15% · próprios 85%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 64028,1%
  • PessoalR$ 60026,4%
  • Materiais impressosR$ 53023,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 703,1%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 98 lançados como "diversas a especificar"R$ 43419,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892