Pedro Stein

Foto de Pedro Homero Stein
Pedro Stein
Pedro Homero Stein (nome civil)
7 eleições entre 2010 e 2026 · PSOL
51 anos em 2026 · Masculino · Ensino fundamental completo
Agricultor
Candidato a Deputado Estadual · Rio Grande do Sul · Eleições 2026 · PSOL · nº 50500
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, Pedro Stein (PSOL) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 902 votos, pelo resultado oficial do TSE. Pedro Stein (Pedro Homero Stein) disputou 7 eleições entre 2010 e 2026, para deputado estadual e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por RS: 1.266 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 73 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com pessoal (R$ 25 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 990). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 17 mil em 2024 (65% com pessoal) e R$ 30 mil em 2022.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

902 votos em 2026 · 7 eleições

A votação de Pedro Homero Stein em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 73 mil em receitas · R$ 28 mil em gastos contratados

Pedro Stein declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Piratini (RS) em 2016, 2020 e 2024, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 73 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com pessoal (R$ 25 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil); R$ 19 mil já foram pagos. Em 2024, 65% dos R$ 17 mil em gastos foram com pessoal; em 2022, 50% dos R$ 30 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.

Receitas em 2026R$ 73 milparcial, até 04/10/2026
Gastos em 2026R$ 28 milcontratados, parcial; R$ 19 mil pagos
Gastos em 2024R$ 17 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2016 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 73 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 28 mil
pago até agora: R$ 19 mil (67%)
  • PessoalR$ 25 mil89,1%
  • Materiais impressosR$ 2 mil7,3%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 9903,6%
2024Prefeito, Piratini (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 17 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 11 mil64,8%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil23,5%
  • Materiais de expedienteR$ 1 mil6,0%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 4932,9%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 410 lançados como "diversas a especificar"R$ 4722,8%
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 30 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 15 mil49,9%
  • Materiais impressosR$ 7 mil22,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil13,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil6,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil7,3%
Ver as 3 campanhas anteriores
2020Prefeito, Piratini (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
sem doações de pessoas
FEFC 96% · partido 4%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 548
doações de pessoas
FEFC 84% · pessoas 16%
Gasto contratado
R$ 458
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 35076,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9520,8%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 132,8%
2016Prefeito, Piratini (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 15% · próprios 85%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 61047,2%
  • Serviços de terceirosR$ 50038,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 16612,8%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 171,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892