Ademilson Marceneiro (Ademilson Miguel Fernandes) disputou 7 eleições entre 2008 e 2020, para vereador, deputado estadual e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por SP: 3.360 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Pirapora do Bom Jesus/SP, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 900 de doações privadas e R$ 350 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com pessoal (R$ 880), combustíveis e lubrificantes (R$ 314) e publicidade por materiais impressos (R$ 305). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2018 (67% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 2 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
3.360 votos em 2018 · 7 eleições
A votação de Ademilson Miguel Fernandes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 3 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos
Ademilson Marceneiro declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereador em Pirapora do Bom Jesus (SP) em 2008 e 2020, deputado estadual por São Paulo em 2010, 2014 e 2018, e prefeito em Pirapora do Bom Jesus (SP) em 2012, 2016 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 900 de doações privadas e R$ 350 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com pessoal (R$ 880) e combustíveis e lubrificantes (R$ 314). Em 2018, 67% dos R$ 2 mil em gastos foram com combustíveis e lubrificantes; em 2016, R$ 2 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020—LPirapora do Bom Jesus, São Paulo · 52 anos · Branca · Ensino médio completo · Carpinteiro, Marceneiro e Assemelhados · PSOL · nº 50444 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleiçãoprestação de contas
Deputado Estadual · 2018SUPLENTE3.360GSP · 50 anos · Branca · Ensino médio completo · Carpinteiro, Marceneiro e Assemelhados · PSOL · nº 50444 · ver resultado completo
Prefeito · 2012NÃO ELEITO224LPirapora do Bom Jesus, São Paulo · 44 anos · Ensino médio completo · Carpinteiro, Marceneiro e Assemelhados · PSOL · nº 50 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.