Roberto Amaral (Roberto Rogério do Amaral) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Lages/SC, com 26.849 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Lages/SC, declarou R$ 760 mil em receitas: R$ 65 mil do Fundo Partidário, R$ 15 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 679 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 760 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 157 mil), pessoal (R$ 156 mil) e publicidade por adesivos (R$ 121 mil).
2 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Financiamento das campanhas
2016: R$ 760 mil em receitas · R$ 760 mil em gastos contratados
Roberto Amaral declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Lages (SC) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 760 mil em receitas: R$ 65 mil do Fundo Partidário, R$ 15 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 679 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 760 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 157 mil) e pessoal (R$ 156 mil).
Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 8 mil1,1%
Locação de imóveisR$ 6 mil0,8%
Outras 15 categoriasinclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 421 mil55,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.