Fábio Ferraz

Foto de Fábio José Ferraz
Fábio Ferraz
Fábio José Ferraz (nome civil)
4 eleições entre 2004 e 2018 · último partido PSOL
46 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Estudante, Bolsista, Estagiário e Assemelhados
redes informadas ao TSE
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Fábio Ferraz (Fábio José Ferraz) disputou 4 eleições entre 2004 e 2018, para deputado estadual, prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Descalvado/SP: 413 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por SP, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 176 do Fundo Partidário e R$ 780 de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 676 em 2016 (57% com publicidade por materiais impressos) e R$ 966 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

413 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Fábio José Ferraz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 2 mil em receitas

Fábio Ferraz declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Descalvado (SP) em 2008, prefeito em Descalvado (SP) em 2016, e deputado estadual por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 176 do Fundo Partidário e R$ 780 de outras campanhas. Em 2016, 57% dos R$ 676 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 81% dos R$ 966 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 676contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
FEFC 61% · Fundo Partidário 7% · partido e outras campanhas 31%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Prefeito, Descalvado (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 719
doações de pessoas
Fundo Partidário 24% · pessoas 76%
Gasto contratado
R$ 676
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 38757,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 16925,0%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 12017,8%
2008Vereador, Descalvado (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 971
sem doações de pessoas
partido 18% · próprios 82%
Gasto contratado
R$ 966
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 78080,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 151,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 17117,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892