Vasco Alves (vasquinho) (Vasco Alves de Oliveira Junior) disputou 11 eleições entre 1986 e 2018, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e governador. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 1986. A maior votação foi em 1998, para governador por ES: 133.287 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por ES, declarou R$ 118 mil em receitas: R$ 16 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 59 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 39 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 114 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 66 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 12 mil) e pessoal (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 95 mil em 2016 (53% com publicidade por materiais impressos) e R$ 62 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
7.391 votos em 2018 · 11 eleições
A votação de Vasco Alves de Oliveira Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 118 mil em receitas · R$ 114 mil em gastos
Vasco Alves (vasquinho) declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Espírito Santo em 2006, 2014 e 2018, deputado estadual por Espírito Santo em 2010, e prefeito em Vila Velha (ES) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 118 mil em receitas: R$ 16 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 59 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 39 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 114 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 66 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 12 mil). Em 2016, 53% dos R$ 95 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, R$ 62 mil em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 118 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 114 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 95 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2010—GES · 69 anos · Superior completo · Advogado · PSB · nº 40678 · registro constava como indeferido com recurso nos dados do TSE · ver a eleição
Prefeito · 2008—LVila Velha, Espírito Santo · 67 anos · Superior completo · Advogado · PRTB · nº 28 · registro constava como indeferido com recurso nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Federal · 2006—GES · 65 anos · Superior completo · Advogado · PMN · nº 3333 · registro constava como indeferido com recurso nos dados do TSE · ver a eleição
Coligação: PRB / PT / PSC / PL / PMN / PSB / PV / PC do B
Deputado Federal · 1986ELEITO84.952GES · 45 anos · PMDB · ver resultado completoCâmara dos Deputados
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.