Marion Magali Alves de Oliveira

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Marion Magali Alves de Oliveira
8 eleições entre 1996 e 2024 · último partido MDB
66 anos em 2024 · Feminino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Marion (Marion Magali Alves de Oliveira) disputou 8 eleições entre 1996 e 2024, para vereadora. Ela foi eleita 3 vezes: vereadora de Diadema em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2000, para vereadora em Diadema/SP: 3.717 votos. Na campanha de 2024 para vereadora em Diadema/SP, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 9 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2020 (49% com publicidade por materiais impressos) e R$ 58 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

1.529 votos em 2024 · 8 eleições

A votação de Marion Magali Alves de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 28 mil em receitas · R$ 16 mil em gastos

Marion declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereadora em Diadema (SP) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 9 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil). Em 2020, 49% dos R$ 7 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, R$ 58 mil em gastos contratados.

Receitas em 2024R$ 28 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 16 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 7 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereadora, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 28 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 36% · pessoas 27% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 16 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil53,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil28,1%
  • Materiais impressosR$ 2 mil12,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 8005,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 1500,9%
2020Vereadora, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 17% · pessoas 30% · próprios 53%
Gasto contratado
R$ 7 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 3 mil48,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil24,6%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1 mil14,1%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5007,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 3905,5%
2016Vereadora, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 58 mil
10 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 3% · partido e outras campanhas 19% · pessoas 35% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 58 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 19 mil32,0%
  • Serviços de terceirosR$ 11 mil18,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil12,6%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 7 mil11,7%
  • Outras 6 categoriasR$ 15 mil25,0%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereadora, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 13% · pessoas 65% · empresas menos de 1% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 14 mil57,0%
  • Materiais impressosR$ 6 mil22,1%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 5 mil18,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5272,1%
2008Vereadora, Diadema (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 52 mil
43 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 32% · empresas 2% · próprios 58%
Gasto contratado
R$ 52 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 13 mil25,0%
  • Materiais impressosR$ 8 mil15,6%
  • Despesas postaisR$ 4 mil7,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil4,9%
  • Outras 6 categoriasR$ 24 mil46,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleita em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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