Nilo Coelho (Nilo Augusto Moraes Coelho) disputou 8 eleições entre 1994 e 2020, para prefeito, vice-governador, deputado federal e governador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Guanambi em 2020, 2008 e 2004; deputado federal em 1998. A maior votação foi em 1994, para governador por BA: 271.404 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Guanambi/BA, declarou R$ 406 mil em receitas: R$ 225 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 137 mil de doações privadas e R$ 43 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 403 mil, principalmente com pessoal (R$ 69 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 43 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 390 mil em 2016 e R$ 191 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
29.180 votos em 2020 (eleito) · 8 eleições
A votação de Nilo Augusto Moraes Coelho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
GovernadorDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 406 mil em receitas · R$ 403 mil em gastos
Nilo Coelho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Guanambi (BA) em 2008, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 406 mil em receitas: R$ 225 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 137 mil de doações privadas e R$ 43 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 403 mil, principalmente com pessoal (R$ 69 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil). Em 2016, R$ 390 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 191 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 406 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 403 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 390 milcontratados, campanha encerrada
Outras 14 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 80 mil42,0%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2002SUPLENTE71.570GBA · 59 anos · Ensino médio completo · Empresario · PSDB · nº 4510 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1998ELEITO74.273GBA · 55 anos · Ensino médio completo · Proprietário de Estabelecimento Agrícola, da Pecuária e Florestal · PSDB · nº 4510 · ver resultado completo
Governador · 1994NÃO ELEITO271.404GBA · 51 anos · Superior completo · PMDB · nº 151 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.