Chico

Foto de Francisco Soares de Barros
Chico
Francisco Soares de Barros (nome civil)
3 eleições entre 2014 e 2018 · PSOL
52 anos em 2018 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Agricultor

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Chico (Francisco Soares de Barros) disputou 3 eleições entre 2014 e 2018, para deputado estadual e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por PE: 145 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por PE, declarou R$ 3 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil), aquisição/doação de bens móveis ou imóveis (R$ 799) e militância e mobilização de rua (R$ 170). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 589 em 2016 (52% com serviços de terceiros) e R$ 2 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

79 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Francisco Soares de Barros em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 3 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Chico declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Pernambuco em 2014 e 2018, e prefeito em Agrestina (PE) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 3 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil) e aquisição/doação de bens móveis ou imóveis (R$ 799). Em 2016, 52% dos R$ 589 em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, 71% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2018R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 589contratados, campanha encerrada
Campanhas32014, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
2018Deputado estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil50,8%
  • Aquisição/doação de bens móveis ou imóveisR$ 79940,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 1708,6%
2016Prefeito, Agrestina (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 589
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
R$ 589
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 30752,2%
  • Materiais impressosR$ 28147,8%
2014Deputado estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil70,7%
  • Materiais impressosR$ 30016,3%
  • Serviços de terceirosR$ 24013,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892