Camila Aparecida de Campos

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Camila Aparecida de Campos
2 eleições entre 2016 e 2018 · PSOL
33 anos em 2018 · Feminino · Superior completo
Professor de Ensino Superior
redes informadas ao TSE
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Camila Campos (Camila Aparecida de Campos) disputou 2 eleições entre 2016 e 2018, para deputada estadual e prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por GO: 3.922 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por GO, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 500 de outros recursos do partido, R$ 3 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), publicidade por adesivos (R$ 2 mil) e taxa de administração de financiamento coletivo (R$ 185). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil, 45% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

3.922 votos em 2018 · 2 eleições

A votação de Camila Aparecida de Campos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 8 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos

Camila Campos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Catalão (GO) em 2016, e deputada estadual por Goiás em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 500 de outros recursos do partido, R$ 3 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e publicidade por adesivos (R$ 2 mil). Em 2016, 45% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputada estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 31% · partido 6% · pessoas 44% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil50,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1603,3%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil46,1%
2016Prefeita, Catalão (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 13% · partido 79% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil44,7%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil55,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885