- Materiais impressosR$ 1 mil30,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil28,4%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 64018,2%
- Militância e mobilização de ruaR$ 60017,0%
- Outras 2 categoriasR$ 2246,3%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Vanirene Fenelon (Vanirene Maria da Costa Fenelon) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereadora em Trindade/GO, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 640). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 100% com publicidade por materiais impressos.
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Vanirene Fenelon declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Trindade (GO) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil). Em 2012, 100% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.