- Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 2 mil21,1%
- Materiais impressosR$ 1 mil20,3%
- Materiais impressosR$ 1662,3%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 40 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil56,3%
Rudimar Signor - Sola (Rudimar Signor) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Sarandi/RS e foi eleito com 467 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Sarandi/RS, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 166 do Fundo Partidário, R$ 296 de outros recursos do partido, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil), baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil).
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Rudimar Signor - Sola declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Sarandi (RS) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 166 do Fundo Partidário, R$ 296 de outros recursos do partido, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil) e baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros (R$ 2 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.