- Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil64,9%
- Publicidade por adesivosR$ 61033,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 402,2%
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Rafael da Piabanha (Rafael Teixeira de Oliveira) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Caculé/BA, com 215 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Caculé/BA, declarou R$ 2 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil), publicidade por adesivos (R$ 610) e combustíveis e lubrificantes (R$ 40).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Rafael da Piabanha declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Caculé (BA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil) e publicidade por adesivos (R$ 610).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
O Radar do Voto mostra os bens declarados de quem disputou cargo do executivo, já foi eleito ou teve votação próxima da do último eleito. Os bens que esta pessoa declarou estão no registro da candidatura, no TSE. Ver no DivulgaCandContas do TSE.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Não. Segundo os resultados do TSE, Rafael da Piabanha não foi eleito em 2016.
Em 2016, para vereador em Caculé/BA, Rafael da Piabanha teve 215 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2016 para vereador em Caculé/BA, Rafael da Piabanha declarou R$ 2 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil), publicidade por adesivos (R$ 610) e combustíveis e lubrificantes (R$ 40). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Rafael da Piabanha declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Caculé (BA) em 2016.
Segundo os dados do TSE, Rafael da Piabanha concorreu pelo PTC em 2016. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto