Enoque Alves de Matos

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Enoque Alves de Matos
5 eleições entre 2006 e 2020 · PSOL
47 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
redes informadas ao TSE
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Enoque Matos (Enoque Alves de Matos) disputou 5 eleições entre 2006 e 2020, para vereador, deputado federal, prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Vitória da Conquista/BA: 734 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Vitória da Conquista/BA, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil), serviços advocatícios (R$ 1 mil) e serviços contábeis (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2018 (96% com publicidade por materiais impressos) e R$ 2 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

109 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Enoque Alves de Matos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 12 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos

Enoque Matos declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006, vereador em Vitória da Conquista (BA) em 2008, 2016 e 2020, prefeito em Vitória da Conquista (BA) em 2016, e deputado federal por Bahia em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil) e serviços advocatícios (R$ 1 mil). Em 2018, 96% dos R$ 1 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 50% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2020Vereador, Vitória da Conquista (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 38% · pessoas 12% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 5008,5%
  • Serviços de terceirosR$ 4908,3%
  • Materiais impressosR$ 4006,8%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 550,9%
  • Outras 7 categoriasR$ 4 mil75,6%
2018Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 41% · próprios 59%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 1 mil96,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 403,8%
2016Vereador, Vitória da Conquista (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 50% · pessoas 50%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 88050,0%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 880 lançados como "diversas a especificar"R$ 88050,0%
Ver as 3 campanhas anteriores
2016Prefeito, Vitória da Conquista (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
13 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 6% · pessoas 40% · próprios 54%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil16,5%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil14,5%
  • Materiais impressosR$ 3 mil11,3%
  • PessoalR$ 9603,6%
  • Locação de imóveisR$ 4401,6%
  • Outras 7 categoriasR$ 14 mil52,5%
2008Vereador, Vitória da Conquista (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 57% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil26,3%
  • Serviços de terceirosR$ 95021,2%
  • Outras 6 categoriasR$ 2 mil52,5%
2006Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 54% · próprios 27% · outras 9%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil55,2%
  • Serviços de terceirosR$ 1805,6%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 50 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil39,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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