Professor Nado

Foto de Ronaldo Teixeira da Silva
Professor Nado
Ronaldo Teixeira da Silva (nome civil)
8 eleições entre 2000 e 2024 · último partido PDT
60 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Administrador
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Nado (Ronaldo Teixeira da Silva) disputou 8 eleições entre 2000 e 2024, para vice-prefeito, senador, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de São Leopoldo em 2000. A maior votação foi em 2022, para senador por RS: 33.923 votos. Na campanha de 2022 para senador por RS, declarou R$ 320 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 140 mil de outras campanhas, R$ 30 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 30 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 304 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 102 mil), militância e mobilização de rua (R$ 68 mil) e publicidade por adesivos (R$ 46 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 320 mil em 2020 (44% com publicidade por materiais impressos) e R$ 88 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

33.923 votos em 2022 · 8 eleições

A votação de Ronaldo Teixeira da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 320 mil em receitas · R$ 304 mil em gastos

Professor Nado declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006 e 2018, prefeito em São Leopoldo (RS) em 2016 e 2020, e senador por Rio Grande do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 320 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 140 mil de outras campanhas, R$ 30 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 30 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 304 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 102 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 68 mil). Em 2020, 44% dos R$ 320 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 47% dos R$ 88 mil em gastos foram com pessoal.

Receitas em 2022R$ 320 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 304 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 320 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Senador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 320 mil
27 doadores pessoas físicas
FEFC 47% · partido e outras campanhas 44% · pessoas 9% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 304 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 102 mil33,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 68 mil22,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 46 mil15,0%
  • Materiais impressosR$ 24 mil7,8%
  • Outras 14 categoriasR$ 64 mil21,1%
2020Prefeito, São Leopoldo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 377 mil
31 doadores pessoas físicas
FEFC 74% · pessoas 25% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 320 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 140 mil43,6%
  • Serviços contábeisR$ 32 mil9,9%
  • Serviços de terceirosR$ 28 mil8,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 20 mil6,2%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 550 lançados como "diversas a especificar"R$ 101 mil31,6%
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 91 mil
4 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 56% · partido e outras campanhas 20% · pessoas 24%
Gasto contratado
R$ 88 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 42 mil47,2%
  • Materiais impressosR$ 24 mil26,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 13 mil14,6%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 3 mil3,0%
  • Outras 6 categoriasR$ 7 mil8,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
2016Prefeito, São Leopoldo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 85 mil
8 doadores pessoas físicas
partido 36% · pessoas 49% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 85 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 33 mil39,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 29 mil33,7%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 11 mil12,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil6,1%
  • Outras 7 categoriasR$ 7 mil8,1%
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 86 mil
42 doadores pessoas físicas
pessoas 76% · empresas 17% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 75 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 20 mil26,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil14,8%
  • PessoalR$ 8 mil10,1%
  • Locação de imóveisR$ 8 mil10,1%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 29 mil38,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892