Washington Jose (Washington José Salles) disputou 3 eleições entre 2010 e 2016, para prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MT: 6.043 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Porto Alegre do Norte/MT, declarou R$ 40 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Partidário, R$ 9 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com pessoal (R$ 13 mil), serviços próprios prestados por terceiros (R$ 7 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 28 mil em 2012 e R$ 64 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
1.554 votos em 2016 · 3 eleições
A votação de Washington Jose Salles em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 40 mil em receitas · R$ 40 mil em gastos contratados
Washington Jose declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso em 2010, e prefeito em Porto Alegre do Norte (MT) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 40 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Partidário, R$ 9 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com pessoal (R$ 13 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 7 mil). Em 2012, R$ 28 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 64 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 40 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 40 milcontratados
Gastos em 2012R$ 28 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 21% · pessoas 68% · empresas 9% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 64 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por carros de somR$ 8 mil12,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil9,1%
Materiais impressosR$ 4 mil5,4%
Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil3,0%
Outras 2 categoriasR$ 45 mil70,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2010SUPLENTE6.043GMT · 36 anos · Ensino médio incompleto · Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista · PTB · nº 14123 · ver resultado completo
Coligação: PMN / PRTB / PSDC / PSL / PT do B / PTB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.