7 eleições entre 2004 e 2022 · último partido AGIR
47 anos em 2022 · Masculino · Superior incompleto
Empresário
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Saulo Goes (Saulo Goes de Albuquerque) disputou 7 eleições entre 2004 e 2022, para deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Barueri em 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Barueri/SP: 19.122 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por SP, declarou R$ 131 mil em receitas: R$ 86 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil do Fundo Partidário e R$ 17 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 96 mil, principalmente com pessoal (R$ 50 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 12 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 12 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 27 mil em 2016 (43% com publicidade por jornais e revistas) e R$ 13 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
1.420 votos em 2022 · 7 eleições
A votação de Saulo Goes de Albuquerque em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 131 mil em receitas · R$ 96 mil em gastos
Saulo Goes declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Barueri (SP) em 2008 e 2012, deputado federal por São Paulo em 2010 e 2018, e prefeito em Barueri (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 131 mil em receitas: R$ 86 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil do Fundo Partidário e R$ 17 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 96 mil, principalmente com pessoal (R$ 50 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 12 mil). Em 2016, 43% dos R$ 27 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas; em 2012, 58% dos R$ 13 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Gastos em 2018R$ 96 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 91% · empresas menos de 1% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 6 mil36,6%
Publicidade por jornais e revistasR$ 8145,1%
Impostos, contribuições e taxasR$ 720,5%
Outras 2 categoriasinclui R$ 263 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil57,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2012ELEITO2.442LBarueri, São Paulo · 37 anos · Superior incompleto · Corretor de Imóveis, Seguros, Títulos e Valores · PRB · nº 10123 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.