- PessoalR$ 55 mil48,4%
- Publicidade por adesivosR$ 12 mil10,2%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil8,8%
- Serviços advocatíciosR$ 8 mil7,1%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 29 mil25,5%
Segundo o Radar do Voto, Inspetor Mauro Chaves (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado federal por Minas Gerais em 2026, com 3.309 votos, pelo resultado oficial do TSE. Inspetor Mauro Chaves (Mauro da Silveira Chaves) disputou 6 eleições entre 2012 e 2026, para deputado federal, vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Araxá em 2020; vereador de Araxá em 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Araxá/MG: 23.216 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por MG, declarou R$ 260 mil em receitas: R$ 180 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 80 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 113 mil, principalmente com pessoal (R$ 55 mil), publicidade por adesivos (R$ 12 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 192 mil em 2018 (49% com pessoal) e R$ 438 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mauro da Silveira Chaves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Inspetor Mauro Chaves declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Araxá (MG) em 2012, prefeito em Araxá (MG) em 2016, e deputado federal por Minas Gerais em 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 260 mil em receitas: R$ 180 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 80 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 113 mil, principalmente com pessoal (R$ 55 mil) e publicidade por adesivos (R$ 12 mil); R$ 84 mil já foram pagos. Em 2018, 49% dos R$ 192 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2016, 48% dos R$ 438 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.