- PessoalR$ 16 mil99,7%
- Outras 1 categoriaR$ 500,3%
Carlinhos do Sayonara (Luiz Carlos Rodrigues Ramires) disputou 3 eleições entre 2016 e 2022, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por MS: 114 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por MS, declarou R$ 16 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com pessoal (R$ 16 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 50). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 60% com serviços de terceiros.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Luiz Carlos Rodrigues Ramires em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Carlinhos do Sayonara declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Campo Grande (MS) em 2016, e deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 16 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com pessoal (R$ 16 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 50). Em 2016, 60% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.