- Materiais impressosR$ 98025,4%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 100 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil74,6%
Cristiano Oliveira (Cristiano Oliveira Santana) disputou 2 eleições entre 2008 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Fátima/BA, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 980) e combustíveis e lubrificantes (R$ 800).
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Cristiano Oliveira declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Fátima (BA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 980).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.