Francisco Cervantes Lopes

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Francisco Cervantes Lopes
5 eleições entre 2000 e 2016 · último partido DEM
65 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Agricultor
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Titico (Francisco Cervantes Lopes) disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Gabriel Monteiro em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2008, para vereador em Gabriel Monteiro/SP: 133 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Piacatu/SP, declarou R$ 235 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 235, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 190) e baixa de estimaveis - publicidade por adesivos (R$ 45). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 507 em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 230 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

130 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Francisco Cervantes Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 235 em receitas · R$ 235 em gastos contratados

Titico declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Gabriel Monteiro (SP) em 2008 e 2012, e vereador em Piacatu (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 235 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 235, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 190) e baixa de estimaveis - publicidade por adesivos (R$ 45). Em 2012, 100% dos R$ 507 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 58% dos R$ 230 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 235campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 235contratados
Gastos em 2012R$ 507contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2016Vereador, Piacatu (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 235
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 235
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 19080,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 4519,1%
2012Vereador, Gabriel Monteiro (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 507
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 507
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 507100,0%
2008Vereador, Gabriel Monteiro (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 230
doações de pessoas
pessoas 35% · empresas 65%
Gasto contratado
R$ 230
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13458,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 9641,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Francisco Cervantes Lopes (Titico): candidaturas e votos · Radar do Voto