- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1 mil54,3%
- Militância e mobilização de ruaR$ 88039,8%
- Materiais impressosR$ 1255,7%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 50,2%
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Fabinho (Fabio da Silva Coutinho) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Comodoro/MT, com 35 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para vereador em Comodoro/MT, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 1 mil), militância e mobilização de rua (R$ 880) e publicidade por materiais impressos (R$ 125).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Fabinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Comodoro (MT) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 1 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 880).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
O Radar do Voto mostra os bens declarados de quem disputou cargo do executivo, já foi eleito ou teve votação próxima da do último eleito. Os bens que esta pessoa declarou estão no registro da candidatura, no TSE. Ver no DivulgaCandContas do TSE.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Não. Segundo os resultados do TSE, Fabinho não foi eleito em 2016.
Em 2016, para vereador em Comodoro/MT, Fabinho teve 35 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2016 para vereador em Comodoro/MT, Fabinho declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 1 mil), militância e mobilização de rua (R$ 880) e publicidade por materiais impressos (R$ 125). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Fabinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Comodoro (MT) em 2016.
Segundo os dados do TSE, Fabinho concorreu pelo PV em 2016. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto