Rosangela Rosemari Silva

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Rosangela Rosemari Silva
2 eleições entre 2014 e 2016 · último partido PRTB
34 anos em 2016 · Feminino · Ensino médio completo
Servidor Público Municipal
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Rosangela Miojo (Rosângela Rosemari Silva) disputou 2 eleições entre 2014 e 2016, para vereadora e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputada federal por MS: 269 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Campo Grande/MS, declarou R$ 630 em receitas: R$ 180 de outras campanhas e R$ 450 de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 630, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 100), baixa de estimaveis - publicidade por adesivos (R$ 80) e baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 50). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 21 mil, 70% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

122 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Rosangela Rosemari Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 630 em receitas · R$ 630 em gastos contratados

Rosangela Miojo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Mato Grosso do Sul em 2014, e vereadora em Campo Grande (MS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 630 em receitas: R$ 180 de outras campanhas e R$ 450 de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 630, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 100) e baixa de estimaveis - publicidade por adesivos (R$ 80). Em 2014, 70% dos R$ 21 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2016R$ 630campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 630contratados
Gastos em 2014R$ 21 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2016Vereadora, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 630
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 29% · pessoas 71%
Gasto contratado
R$ 630
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10015,9%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 400 lançados como "diversas a especificar"R$ 53084,1%
2014Deputada federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 15 mil69,5%
  • Materiais impressosR$ 2 mil11,6%
  • Serviços de terceirosR$ 8003,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil15,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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