- Materiais impressosR$ 18 mil78,6%
- Serviços de terceirosR$ 3601,6%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil19,8%
Dr. Guido (Guido Schachnik) disputou 5 eleições entre 2002 e 2016, para vereador, deputado estadual e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PE: 3.237 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Recife/PE, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 14 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil), baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 2 mil) e serviços de terceiros (R$ 360). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 10 mil, 98% com publicidade por materiais impressos.
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A votação de Guido Schachnik em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. Guido declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Pernambuco em 2006, e vereador em Recife (PE) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 14 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 2 mil). Em 2006, 98% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.