Dr Levi declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Gravataí (RS) em 2008, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2010 e 2026, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2014, e prefeito em Gravataí (RS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 729 mil em receitas: R$ 496 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 94 do Fundo Partidário, R$ 39 mil de outros recursos do partido, R$ 104 mil de doações privadas (62 doadores) e R$ 90 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 486 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 148 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 88 mil); R$ 448 mil já foram pagos. Em 2016, R$ 452 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 267 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Receitas em 2026R$ 729 milparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2026R$ 486 milcontratados, parcial; R$ 448 mil pagos
Gastos em 2016R$ 452 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2026
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 729 mil
62 doadores pessoas físicas
FEFC 68% · Fundo Partidário menos de 1% · partido 5% · pessoas 14% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 486 mil
pago até agora: R$ 448 mil (92%)
- Militância e mobilização de ruaR$ 148 mil30,4%
- Materiais impressosR$ 88 mil18,2%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 18 mil3,7%
- Locação de imóveisR$ 15 mil3,0%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 16 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 217 mil44,7%
Arrecadado
R$ 132 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 15% · pessoas 2% · próprios 83%
Gasto contratado
R$ 452 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Serviços de terceirosR$ 180 mil39,8%
- Materiais impressosR$ 108 mil23,8%
- Locação de imóveisR$ 21 mil4,6%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 144 mil31,8%
Arrecadado
R$ 267 mil
17 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 13% · empresas 13% · próprios 70%
Gasto contratado
R$ 267 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 52 mil19,6%
- Serviços de terceirosR$ 27 mil9,9%
- Militância e mobilização de ruaR$ 22 mil8,4%
- Locação de imóveisR$ 16 mil6,0%
- Materiais impressosR$ 7 mil2,7%
- Outras 14 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 143 mil53,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
Arrecadado
R$ 65 mil
19 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 45% · empresas 36% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 65 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 18 mil26,8%
- Locação de imóveisR$ 6 mil8,7%
- Serviços de terceirosR$ 1 mil1,5%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 41 mil62,9%
Arrecadado
R$ 38 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 1% · empresas 72% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 38 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 5 mil14,5%
- Locação de imóveisR$ 2 mil5,2%
- Outras 9 categoriasR$ 30 mil80,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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