Marli do Nascimento

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Marli do Nascimento
2 eleições entre 2016 e 2022 · último partido PSB
61 anos em 2022 · Feminino · Superior completo
Jornalista e Redator
redes informadas ao TSE
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Marli do Nascimento disputou 2 eleições entre 2016 e 2022, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por MS: 259 votos. Na campanha de 2022 para deputada estadual por MS, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 18 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com pessoal (R$ 3 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil) e serviços de terceiros (R$ 870). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 16 mil, 43% com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos.

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Evolução da votação nas eleições

259 votos em 2022 · 2 eleições

A votação de Marli do Nascimento em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 24 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos

Marli do Nascimento declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Campo Grande (MS) em 2016, e deputada estadual por Mato Grosso do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 18 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com pessoal (R$ 3 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil). Em 2016, 43% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2022R$ 24 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputada estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
sem doações de pessoas
FEFC 75% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 3 mil54,8%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil18,3%
  • Serviços de terceirosR$ 87015,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 60011,0%
2016Vereadora, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 19% · próprios 75%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil17,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil12,6%
  • Materiais impressosR$ 5383,4%
  • Outras 7 categoriasR$ 11 mil66,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Marli do Nascimento: candidaturas e votos · Radar do Voto