João Victor Carolino de Albuquerque

Foto de João Victor Carolino de Albuquerque
João Victor Carolino de Albuquerque
2 eleições entre 2016 e 2020 · PSDB
55 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Empresário
redes informadas ao TSE
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João da Borracha (João Victor Carolino de Albuquerque) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Campo Grande/MS: 206 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Campo Grande/MS, declarou R$ 30 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com pessoal (R$ 15 mil), militância e mobilização de rua (R$ 7 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 6 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil, 81% com serviços próprios prestados por terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

101 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de João Victor Carolino de Albuquerque em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 30 mil em receitas · R$ 30 mil em gastos

João da Borracha declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Campo Grande (MS) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 30 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com pessoal (R$ 15 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 7 mil). Em 2016, 81% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com serviços próprios prestados por terceiros.

Receitas em 2020R$ 30 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 30 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 30 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 15 mil50,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 7 mil21,7%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 6 mil20,0%
  • Serviços advocatíciosR$ 2 mil5,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 7342,4%
2016Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 81%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 5 mil81,3%
  • Materiais impressosR$ 5389,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5009,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
João Victor Carolino de Albuquerque (João da Borracha): candidaturas e votos · Radar do Voto