Armstrong Antonio Coelho Cunha

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Armstrong Antonio Coelho Cunha
5 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PSDB
47 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
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Armstrong (Armstrong Antônio Coelho Cunha) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Divinolândia de Minas em 2008; vereador de Divinolândia de Minas em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Divinolândia de Minas/MG: 2.453 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Divinolândia de Minas/MG, declarou R$ 75 mil em receitas: R$ 37 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 75 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 22 mil), comícios (R$ 11 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 11 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 63 mil em 2012 (48% com serviços de terceiros) e R$ 21 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

2.411 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Armstrong Antonio Coelho Cunha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 75 mil em receitas · R$ 75 mil em gastos contratados

Armstrong declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Divinolândia de Minas (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 75 mil em receitas: R$ 37 mil de doações privadas (17 doadores) e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 75 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 22 mil) e comícios (R$ 11 mil). Em 2012, 48% dos R$ 63 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2008, R$ 21 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 75 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 75 milcontratados
Gastos em 2012R$ 63 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Divinolândia de Minas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 75 mil
17 doadores pessoas físicas
pessoas 49% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 75 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 22 mil29,9%
  • ComíciosR$ 11 mil15,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 11 mil14,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil12,0%
  • Outras 6 categoriasR$ 21 mil28,1%
2012Prefeito, Divinolândia de Minas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 127 mil
13 doadores pessoas físicas
pessoas 37% · empresas menos de 1% · próprios 63%
Gasto contratado
R$ 63 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 30 mil47,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil18,5%
  • Materiais impressosR$ 11 mil18,1%
  • Materiais de expedienteR$ 7 mil11,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil4,5%
2008Prefeito, Divinolândia de Minas (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
24 doadores pessoas físicas
pessoas 75% · empresas 10% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil34,1%
  • Materiais impressosR$ 4 mil17,9%
  • Materiais de expedienteR$ 2 mil10,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil5,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 7 mil31,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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